sexta-feira, 19 de julho de 2013

Manhã de Julho


Itamaracá.
Hoje está vestida de azul,
Nesta manhã de julho.
Nem um sinal de nuvem para manchar tuas vestes.
O teu mar, que não brame, antes canta
Uma sinfonia de amor, nesta música suave,
Que é o farfalhar das folhas dos teus coqueiros.
Lá longe, um ponto branco.
Uma gaivota?
Não. É uma jangada, que singra teu mar.
Deixando uma esteira: a marca de carícias em tuas ondas.
Extasiado, eu te contemplo, oh minha ilha,
Embriagado de amor.
Pela tua beleza, pela tua glória
E por toda essa epopeia belíssima
do Teu Passado.

José Lopes


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