quarta-feira, 22 de maio de 2013

Coroa do Avião


Coroa do Avião é uma pequena ilha com 500 x 100 metros. Tem uma linda paisagem e um exuberante por do sol. Conta com uma boa faixa de areia branca; o mar é calmo, de águas transparentes, variando entre o verde e o azul dependendo do tempo. Pertence ao Município de Igarassu, mas por sua localização próxima ao Forte Orange, foi "adotada" pelos veranistas e turistas que visitam Itamaracá.


Você pode chegar na Coroa do Avião de barco. De lá podemos ver o Forte Orange.

Coqueiros de Itamaracá


O trepador de coqueiros tem, como apetrecho necessário para o trabalho, uma foice muito bem amolada e uma peia, feita de engocho de dendê, enrolada com tiras de couro cru de boi, muito bem entralhada, pois ao subir no coqueiro a sua vida depende muito da segurança da peia.


Uma das profissões generalizadas em Itamaracá, sempre foi a de trepador de coqueiros, isso quando existia efetivamente grande coqueiral aqui na Ilha. Hoje, com os loteamentos, se não houver preservação, o coqueiro passará a servir de adorno nos quintais, com a utilidade de uma boa água de coco. Deixando de ser como antes, uma das principais economias da Ilha. 

(História e Segredos de uma Ilha, José Lopes) 

sábado, 11 de maio de 2013

Antigos engenhos de Itamaracá

 Antigo engenho São João

Na Ilha, alguns engenhos, como Amparo, São João e Macaxeira, já existiam em 1793. Eles eram rudimentares como em sua origem. Atualmente, os engenhos de Itamaracá estão extintos e pertencem ao Governo Estadual de Pernambuco, onde está localizada a Penitenciária Professor Barreto Campelo situada no engenho Macaxeira. O engenho São João, hoje desativado, em razão da desocupação dos presos da Penitenciaria Agrícola de Itamaracá para uma outra cidade. Neste engenho existia uma Capela sob a invocação de São João que foi demolida. 

Casa, em ruína, do Conselheiro João Alfredo

Também foi no engenho São João que nasceu o Conselheiro João Alfredo Corrêa de Oliveira. Quanto ao engenho Amparo, tornou-se um sítio com plantações de coqueiros. 

sábado, 4 de maio de 2013

Final da tarde em Itamaracá...


A  Ave Maria 

O vento sopra, farfalham os coqueiros
O mar beijando a praia sua tristeza diz
Os pássaros voltam aos ninhos, a tarde vai morrendo
É Ave Maria, tange o sino na Matriz

Tudo é triste e a tarde vai morrendo
É o início da noite e o fim de mais um dia
O mar bate na praia e lança espumas brancas
A Matriz repica o sino e toca Ave Maria

O último dos jangadeiros ferra sua vela
E volta ao aconchego fraterno do seu lar
A Deus ele dá graças, vencendo mais um dia
Rezando Ave Maria, ouve o sino a badalar

No poente rubro onde o sol se esconde
É o ocaso, que paisagem linda
No nascente a lua cor de rosa
Depois da Ave Maria. O dia finda

José Lopes
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